|
Por que algumas injeções |
Tudo
depende de dois fatores: a profundidade com que a agulha penetra no corpo
e a composição química das substâncias aplicadas.
Basicamente, existem quatro tipos de injeção: intradérmica,
subcutânea, intravenosa e intramuscular. A diferença está
no ponto do corpo que elas atingem. A intramuscular, que como o próprio
nome diz vai diretamente ao músculo, é a que mais incomoda
por penetrar mais fundo em nossos braços ou glúteos. Já
a intradérmica, aplicada na pele, é a menos dolorosa. Mas,
além dessa questão de alcance das agulhas, o produto injetado
também torna a picada mais ou menos desconfortável. Em algumas
injeções, como numa aplicação de vitamina
A, o princípio ativo do medicamento precisa ser dissolvido em gordura,
uma substância mais complicada de ser quebrada pelo organismo e
que por isso gera mais dor. Outras vezes o composto aplicado pode receber
um adjuvante, substância usada para dar mais estabilidade ao medicamento
e que prolonga não só o efeito deste como também
o incômodo da agulhada. A vantagem da picada é que o medicamento
tem uma ação bem mais rápida, localizada e não
sofre a influência de outros compostos produzidos pelo corpo, como
os ácidos do estômago. A tendência atual é tentar
aliviar um pouco o sofrimento dos pacientes diante das injeções,
juntando, por exemplo, várias vacinas em uma só. Hoje em
dia, uma única injeção na coxa permite a aplicação
das vacinas tríplice bacteriana, Salk, hemófilos e hepatite.
Os profissionais da área de saúde estudam até mesmo
mudanças na composição das vacinas, pensando em diminuir
o desconforto para as pessoas, mas as injeções ainda terão
vida longa na medicina. |
![]() |
Advogados! |
Quando
Eduardo, um belo e promissor jovem Advogado, descobriu que herdaria uma
fortuna quando seu pai morresse devido a uma doença terminal, decidiu
que era uma boa altura para encontrar uma mulher que fosse a sua companheira
para a vida fácil que se avizinhava. |
![]() |